Na casa que deu origem ao Grupo Café Boteco, os pratos na brasa são as grandes estrelas, acompanhados por mais de 20 tipos de chope, acepipes para beliscar e um parmegiana feito para dividir
Todo destino de serra tem aquele endereço que concentra o espírito do fim de semana: mesa grande, conversa sem hora para acabar, chope gelado e comida que chega fumegando. Em Serra Negra, no coração do Circuito das Águas Paulista, esse endereço é o Café Boteco.
Aberto em 2008, o Café Boteco é a casa fundadora do Grupo Café Boteco, que hoje assina oito endereços na cidade e transformou a praça central em um boulevard gastronômico. A proposta une a informalidade elegante do boteco, que convida a ficar, ao rigor de uma cozinha de restaurante, que não abre mão do ponto certo nem da qualidade do ingrediente.
A brasa como assinatura
No Café Boteco, as grandes estrelas do cardápio passam pelo fogo. A costela braseada é o prato-assinatura da casa. Preparada sem pressa até a carne se desprender do osso, ela traduz a ideia de comida feita com tempo, daquelas que pedem uma segunda rodada de chope antes de a travessa esvaziar.
São pratos que conversam diretamente com um dos movimentos mais consistentes da gastronomia em 2026: a valorização de clássicos executados com técnica, tempo e respeito ao ingrediente. No Café Boteco, essa filosofia antecede a tendência.
Uma curadoria de chopes
A brasa encontra seu par em uma carta de mais de 20 chopes. Mais do que variedade, a seleção permite ao visitante construir sua própria experiência de degustação ao longo da visita, explorando estilos, intensidades e aromas à medida que os pratos chegam à mesa.
Para o apreciador de cerveja, a carta é um destino em si. Para o viajante curioso, é um convite a descobrir novas marcas e estilos, em uma harmonização que se faz sem pressa, entre uma porção e outra.
O parmegiana de mignon, feito para compartilhar
Entre os clássicos da casa, o parmegiana de mignon ocupa um lugar de destaque. Feito para ser compartilhado, chega à mesa como peça central, com molho de tomates caseiro e queijo gratinado, em uma releitura de um ícone da cozinha paulista imigrante, que ganha o status de prato celebração. É a pedida de quem viaja acompanhado e entende que, à mesa, dividir é parte do prazer.
Um fim de semana que começa pelo almoço
O Café Boteco abre diariamente a partir das 11h30 e, de quarta a sábado, recebe até as 23h. Isso faz dele a âncora natural de um fim de semana em Serra Negra. A sugestão é reservar o almoço de sábado sem hora para terminar: abrir com os acepipes, seguir para a parrilla ou para a costela braseada e deixar que a carta de chopes conduza a tarde.
Ao redor, o centro da cidade completa a experiência com as demais casas do Grupo Café Boteco, a poucos passos de distância: o gelato autoral da Pebo, uma taça de vinho na Dita, a coquetelaria do Botecário e, na manhã seguinte, o croissant mais perfeito da cidade na Panne.
O luxo do tempo
Em um destino conhecido pelas compras e pelo clima de serra, o Café Boteco oferece um privilégio que não se encontra em vitrine nenhuma: tempo para desfrutar. Tempo para a conversa se estender e para o fim de semana acontecer, de fato, à mesa.
Sobre o Grupo Café Boteco
Fundado em 2008 em Serra Negra (SP) por Rafael Accorsi, o grupo reúne oito casas no boulevard gastronômico da cidade: Café Boteco, La Terrazza, Americana, Dita, Panne, Pebo, Norma e Botecário. A gestão geral é de Tatiana Mosca, desde 2017.
Serviço
Café Boteco – Tv. Ten. Mario Dallari, 20, Centro, Serra Negra, SP
Segunda e terça, das 11h30 às 17h
Quarta a sábado, das 11h30 às 23h
Domingo, das 11h30 às 18h
Telefone: (19) 3892-3481
Instagram: @cafeboteco
Foto destaque por: Divulgação
















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